Funeral Wedding

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Shattered Hope – Waters of Lethe

sp084-14Shattered Hope é de origem grega, sendo fundada em 2002, portanto tendo nas costas um pouco mais de 12 anos de experiência no cenário do metal internacional. No dia 24 de fevereiro deste ano, estes gregos lançaram seu segundo álbum de estúdio, intitulado, “Waters of Lethe”. Como muitas bandas em seu inicio de carreira, tiveram muitas dificuldades no line-up até conseguirem um grupo de músicos coesos para lançarem a primeiro demo, A View of Grief, datada de 2005. O trabalho foi seguindo, lançando outra demo em 2007, com o titulo de, Promo 2007, e posteriormente lançando o muito bem aceito debut álbum, Abscence, lançado em 2010.

Pois bem, apenas dois anos depois estes atenienses nos presenteiam novamente com um novo lançamento, Waters of Lethe. Com 20 minutos de duração a mais e uma música a menos que o álbum anterior, Waters of Lethe é um álbum ainda mais fiel ao Funeral Doom Metal. As canções são extremamente arrastadas e o clima depressivo nunca é deixado de lado, mesmo quando decidem acelerar o compasso com o pedal duplo certeiro de George, o clima um pouco mais acelerado que sentimos é de uma lástima raivosa, uma evasão ao sentimentos lamurientos que estão sendo descarregados nos riffs de Sakis e Thanos. É importante ressaltar também a participação do baixo e teclado, Thanasis e Eugenia, respectivamente, ainda que seja uma participação mais discreta de seus instrumentos, a participação deles é essencial para o clima das canções, contribuindo com muito peso e deixando tudo mais denso.

Neste excelente trabalho do Shattered Hope, todas as canções passam dos 10 minutos e todas as canções são indispensáveis, cada uma com sua própria identidade, sua própria vida, afinal creio que não existe um gênero musical tão verdadeiro quanto o Doom Metal em geral, são de sentimentos amargurados que estamos falando e ouvindo, e isso é muito difícil de criar, apenas quem sente é capaz de tais composições.

Para concluir esta resenha gostaria de ressaltar uma canção em especial, “For The Night Has Fallen” merece um destaque, chamando atenção desde os primeiros acordes até o derradeiro fim, com um solo de muito feeling executado por Sakis, canção incrível.

 

Shattered Hope – Waters of Lethe (Solitude-Prod)

1. Convulsion

2. For the Night Has Fallen

3. My Cure is Your Disease

4. Obsessive Dilemma

5. Aletheia

6. Here’s to Death

 

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Resenha por: Guilherme Rocha

Aphonic Threnody / Ennui – Immortal in Death (split)

Split CoverAlgumas bandas demoram para lançar seu primeiro material e por muitas vezes acabam por aí. Já o caso do Aphonic Threnody é o oposto disso. Ano passado eles lançaram o seu debut EP First Funeral e esse ano mal começou e já lançaram dois splits. Esse primeiro é com a banda Ennui, oriunda da Georgia e o outro split que será resenhado mais pra frente, conta com a banda alemã Frowning.
Para quem perdeu a resenha/entrevista que fiz sobre esse projeto, trata-se de um super grupo de Funeral Doom, onde conta com membros do Pantheist, Urna, Gallow God, Leecher, Landskap…
Nessa música apresentada por eles, nos traz a banda mais evoluída musicalmente, e as ideias rolam soltas em seus 22 minutos aproximadamente.
Os vocais de Roberto Mura estão monstruosos nessa canção, lembrando em muitas vezes os vocais de Aaron do My Dying Bride em sua fase antiga. Na verdade a sonoridade dessa faixa lembra muito as bandas de Doom/Death do início da década de 90.
Estar envolto por uma atmosfera angustiante é o que podemos resumir da música “Ruins” apresentada pelo Aphonic Threnody.
A segunda e última música da bolacha é feito pela banda Ennui, que nos brinda com mais uma excelente faixa no seu estilo Funeral Doom de ser.
Esse duo vem atraindo muita atenção por seus trabalhos e aqui não passaria desapercebido.
“Hopeless” abre com um diálogo e ao fundo dele um teclado dando o clima, até a entrada de um fraseado de guitarra, onde traz consigo toda uma aura depreciativa que se estende por pouco mais de 20 minutos.
Um ótimo split para quem quiser conhecer as bandas e para quem já os conhece, já sabe que é depressão na certa.

 

Aphonic Threnody / Ennui – Immortal in Death (split) – (GS Production)
1. Ruins
2. Hopeless

 

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Aphonic Threnody
Ennui

 

Erasy – Stoner Doom made in Brazil

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Erasy: ouça música de seu primeiro single – A Bahia é conhecida nacionalmente e internacionalmente pela sua cena metálica extrema, mas se engana quem pensa que lá só tem bandas de Death e Black Metal.

Oriunda de Feira de Santana (segunda cidade do estado em população e tamanho) eis que surge uma banda que tem sua sonoridade focada no mais puro Stoner Doom Metal: Erasy.

A banda está preparando o lançamento de um single com duas músicas que estará disponível tanto para download como fisicamente no formato cd. Antes que isto aconteça o Erasy disponibilizou para audição a música “Living Hell”, basta clicar no link abaixo e conferir todo o seu poderio sonoro:

https://soundcloud.com/erasybr/living-hell

 

Fonte: CTRL Music Press

Doom of the Week: Red Fang

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Existia uma época em que fazer clipes de metal se resumiam aquela mesma ladainha de sempre: Uma breguiçe de filmar bandas com pose de metaleiro tr00, com um roteiro tosco, que na maioria das se resumiam entre temas épicos, ou temas sombrios, com uma profundidade artística tão funda quanto uma piscina de criança.

Eu particularmente tenho birra com clipes de metal, pois quase todos não saem desse clichê barato e não consigo enxergar o porque de bandas ainda se arriscarem nessa mesmisse que não traz nada positivo. Tanto é que por um bom tempo deixei de lado os clipes de metal pelos motivos já explicados acima.

Mas vez ou outra, uma banda consegue se destacar por sair um pouco dessa tangente. E nem sempre precisa ser tão inovador. Sendo algo simples, até mesmo despretensioso, pode soar como uma boa experiência e até mesmo divertida.

E foi particularmente dessa forma que conheci o Red Fang. Em uma das minhas horas de procrastinação na internet (meu trabalho favorito!), me vi lendo um texto mencionando o clipe do Red Fang como sendo “um clipe de metal que é realmente divertido”. Foi o bastante para eu me interessar na banda e ir atrás do tão comentado clipe, o de “Wires”, na época.

Saca só o roteiro: Os caras ganham um cachê da gravadora (5 mil doletas) para fazer o clipe deles. Então eles compram um bocado de bala, salgadinhos e chocolates, um tipo de Belina americana em um concessionária de carros usados, dão umas modificada trash nela, galões de leite e outros montes de porcarias, pra fazer o que?? DESTRUIR TUDO COM O CARRO! E tudo isso regado a mil e uma latas de cerveja que os caras compram!

Porra, melhor que qualquer outro roteiro de clipe piegas de metal e todo aquele épico fake que deixaria o Tolkien com facepalm lá de Valhalla olhando os monstros que ele criou. A propósito, essa temática também foi zoada pelos caras em outro clipe da banda, o de “Prehistoric Dog”

Mas bem, além dos clipes a banda atrai pela sua imagem bem dispersa, longe de qualquer pagação de pose de machão que existe em praticamente quase todas as bandas de metal de caras que estão mais preocupados em saber qual bar está aberto em plena madrugada para poder passar a noite bebendo do que qualquer outra coisa na vida (me identifico).

E o som? Um stoner metal que não deve a ninguem em termo de qualidade e que lembra bem o som de ótimas bandas do estilo como Orange Goblin, Truckfighters, Clutch, mas com um apelo Pop que torna o som da banda super divertido e agradável de se escutar. Perfeito para os momentos de churrascão com a galera regada a Skol gelada e farofa com vinagrete. Ou para qualquer momento que envolva cerveja no meio…

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O Red Fang até o momento lançou 3 álbuns: O auto-intitulado, em 2009, lançado pela Sargent House. O Murder The Mountains, de 2011, até então o álbum de maior sucesso da banda e que alavancou os caras para o cenário major do Metal, e o Whales and Leeches, lançado ano passado, ambos lançados pela gravadora Relapse Records, responsável por outros grandes nomes do estilo como Baroness, Agoraphobic Nosebleed, Pig Destroyer, Cough (que inclusive fiz uma matéria sobre a banda também nesse site, dá uma lida lá depois que vale a pena!), entre outras coisas maravilhosas abençoadas por Baphomet.

Se minha indicação vale, o meu álbum preferido continua sendo o Murder The Mountains, pois é o que mais sintetiza o som da banda e a atitude dos caras. Foi top 2011 pra mim fácil e marcou bastante quando conheci o som dos caras.

O Red Fang veio ao Brasil em 2012 para dois shows, um em Brasília no festival Porão do Rock, e outro em São Paulo, no Inferno Club, e, segundo informações de amigos que foram ao show, os caras fizeram jus ao nome da casa de shows e fizeram um show do caralho!! Eu tive a oportunidade de ver os caras ao vivo na Alemanha em uma pequena cidade chamada Osnabrück, só que perdi o horário do trem e tive que ficar em casa afogando as mágoas em cerveja por ter perdido o show deles. Faz parte da minha vida, né…

Pra fechar, deixo aqui o som dos caras ao vivo no KEXP, tocando material do álbum mais recente deles e com outros clipes da banda que envolvem eles se mostrando com suas técnicas de bebeção de manguaça. Peritos!!



 

Matéria escrita por Allan Daniel, baixista da banda Lacryma Sanguine.

Thy Light – No Morrow Shall Dawn

CoverMais um capítulo é escrito por esse projeto de DSBM intitulado Thy Light. Após o bem aclamado material de estréia Suici.De.Pression, eis que no final do ano passado chega em minhas mãos mais esse opus.

Muitas pessoas foram pegas de surpresa com a sonoridade desse álbum, pois apesar de manter a mesma atmosfera do álbum anterior, esse No Morrow Shall Dawn apresenta uma nova abordagem para o seu DSBM, e porque não uma evolução natural em sua musicalidade.

O play abre com a bela intro “Suici.De.spair” e preparando o mais depressivo ser para a bela “Wanderer of Solitude”. RIffs simples de guitarra, porém muito bem estruturada e sentimos uma forte influência das bandas shoegaze em sua sonoridade. Temos um excelente solo de guitarra, para tão logo irmos direto para uma parte acústica, deixando livre para um texto que falado escrito pelo cineasta russo Andrei Tarkovsky, e aqui recitado sob um forte efeito na voz de Paolo.

A depressão continua com a faixa “No Morrow Shall Dawn”. O trabalho e o cuidado que o Paolo teve ao compor essa faixa foram tamanha, que a cada ouvida você vai descobrindo novos sons e detalhes que não havia assimilado em audições anteriores. Alguns toques minimalistas acompanham de forma magéstica a melodia de piano e guitarra, tocada sem distorção. Não há como não mencionar a bela participação especial de Tim Yatras em um trecho da faixa. O final orquestrado, regados a bela melodia de piano e violino, são de cortar os pulsos.

“Corredor Seco” é um interlúdio tocado ao violão e ao ouvir as gotas d’água caindo, no remete ao fundo do esgoto, onde o ser depressivo foi apreciar os momentos de solidão e quem sabe sua morte mais dolorosa e lenta.

“The Bridge” é a última faixa e talvez a única que mantenha um elo com o trabalho anterior. As melodias depreciativas dessa música a tornam melhor a cada escutada e ao acompanhar as letras e saber do contexto por trás da história.

Vale ressaltar que a letra foi baseado no documentário homônimo, onde relata os diversos casos de suicídio ocorridos todos os anos na ponte Golden Gate em São Francisco – EUA.

Não sei se ainda existe a versão luxuosa em digipack disponível para venda, mas vi algumas cópias em jewel case, mas acredito que se esgotará em breve, portanto, corra logo atrás para garantir a sua.

 

Thy Light – No Morrow Shall Dawn (Pest Productions)

01. Suici.De.spair

02. Wanderer of Solitude

03. No Morrow Shall Dawn (Feat. Tim Yatras)

04. Corredor Seco

05. The Bridge

 

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Pest Productions

HellLight – No God Above, No Devil Below

sp075-13Após o lançamento do álbum anterior, o excelente “…and Then, the Light of Consciousness Became Hell…”, muitos doomers mantiveram seus olhos e ouvidos atentos e aguardaram com certa ansiedade esse novo material dessa banda paulistana de Funeral Doom.

E após escutar inúmeras vezes esse álbum, algumas vezes sinto que fiquei sem palavras para descrever o que esse álbum passa e abaixo fiz um faixa a faixa sobre ele.

O álbum abre com uma pequena peça intitulada apenas de “Intro”, que vem preparando para a faixa títuto “No God Above, No Devil Below”. Esta foi a primeira faixa lançada para audição do álbum, poucos dias antes de seu lançamento oficial. Nela encontramos excelentes melodias e algumas passagens fúnebres e o destaque fica para o refrão da música, onde o vocalista Fabio de Paula, investe nos vocais limpos (fortemente influenciados por Dio) e após a primeira execução dela, o ouvinte já cantarola junto.

Em seguida temos a também excelente “Shades of Black”, e se o clima já estava pesado na faixa anterior, com essa música que o mundo vem abaixo. Uma puta faixa depreciativa e logo em seus primeiros acordes nos levam a introspecção.

Indo adiante temos a menor faixa do álbum, “Unsacred”, com pouco mais de 8 minutos, e em sua execução ela me lembra o clima do álbum Funeral Doom, lançado em 2008. Apesar do andamento lento da faixa como um todo, ela me pareceu pouca coisa mais rápida que as duas anteriores e nela podemos destacar novamente os vocais de Fábio e o grandioso solo de guitarra executado por ele também.

“Legacy of Soul” começa com um clima de teclado, seguido pelo baixo marcado de Alexandre e a bateria de Phil, enquanto Fábio sussurra as primeiras palavras. Essa é uma faixa repleta de melodia e mantém aquele sentimento funesto tão característico no som da banda.

“Path of Sorrow” começa com uma áurea negra e uma densa atmosfera. Os vocais guturais de Fábio, ecoam dentro da mente do moribundo, hipnotizando e deixando-o em estado catatônico e a única vontade que temos é de aguardar o próximo acorde. Nos minutos finais a música apresenta uma pequena mudança em seu andamento, abrindo caminho para mais um solo de guitarra que nos guia até o final dela.

“Beneath the Lies” mantém o espírito negro da faixa anterior e em meio a sua vastidão, o depressivo tem sua vida passada diante seus olhos, trazendo consigo uma introspecção e um sentimento de culpa inexplicável.

E para fechar esse ciclo depressivo, temos a faixa “The Ordinary Eyes”. Seu belo início, levado aos acordes de piano e o baixo marcado, vêm preparando o cortejo fúnebre para que o ouvinte possa morrer em paz e se deixar levar por essas tristes melodias até o término do álbum.

 

HellLight – No God Above, No Devil Below (Solitude Prod)

1. Intro

2. No God Above, No Devil Below

3. Shades Of Black

4. Unsacred

5. Legacy Of Soul

6. Path Of Sorrow

7. Beneath The Lies

8. The Ordinary Eyes

 

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Svart Records

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Dêem as boas-vindas ao mais novo parceiro do blog Funeral Wedding.
Situada em Turku na Finlândia, esse selo é focado em vinil e é bem conhecido por sua alta qualidade em seus lançamentos.
Seus lançamentos são baseados nos diversos gêneros musicais, como: punk, metal, psych, folk, progressive rock e seu cast de artistas possui bandas como: Beastmilk, Sammal, Hexvessel, Jess and the Ancient Ones, Seremonia, Kuolemanlaakso, entre outros.

Enshine – Origin

Enshine_cover_final_previewHá muitas coisas que poderia falar sobre esse disco, e entre uma delas é que, ele soa como uma continuação do Brave Murder Day do Katatonia. Pois em muito se parece, dê uma boa escutada nas levadas de guitarra, bateria e até um vocal parecido com o qual o Akerfeldt fez naquele disco. Mas não se iludam, pois não se trata de uma cópia, mas talvez, uma boa fonte de inspiração.

O álbum abre com a bela “Stream of Light”, e para mim, me lembra em muito a Brave (faixa de abertura do álbum citado). É como se fosse uma irmã mais nova, mas igualmente bela.

Para não ficar subentendido, há momentos de pura inspiração e até um flerte com os dias atuais, vide a faixa “Refraction” e seu início moderno. As mudanças de andamento dessa faixa são um dos destaques, prendendo a atenção do ouvinte.

“Cinders” é uma faixa bonitinha, nela o guitarrista, fundador e mentor do projeto Jari Lindholm é também responsável pelos vocais.

“Astarium” é uma faixa instrumental e que segue como se fosse um poslúdio da faixa anterior.

“Ambivalence” é uma das melhores faixas do disco e se você se deixar levar pela sua linha instrumental, será uma viagem e tanto. Ao fundo dos vocais guturais de Sebastien Pierre (ex-Inborn Suffering) se faz ouvir uns vocais de uma soprano e deram um toque especial para a faixa, mas nada que lembre aquelas bandas do chamado Gothic/Doom do final da década de 90.

Na sequência temos “Nightwave” e nela temos uma pegada mais rápida e o fraseado de guitarra em seu início me traz a mente a faixa Leaders do Katatonia.

“Immersed” é uma faixa instrumental e que prepara o terreno para “Above us”. Esta faixa tem o mesmo embalo da faixa de abertura e se não fosse pela faixa instrumental “Constelation” que encerra o álbum, seria como se fosse uma volta ao início, fechando o círculo.

Em suma é um bom álbum, de fácil audição e que renderá alguns bons momentos de viagem astral e instrospecção.

 

 

Enshine – Origin (Rain Without End)

1. Stream of Light

2. Refraction

3. Cinders

4. Astrarium (instrumental)

5. Ambivalence

6. Nightwave

7. Immersed (instrumental)

8. Above Us

9. Constellation (instrumental)

 

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Until my Funerals Began – Behind the Window

304108-1O Until My Funerals Began lançou em 2008 seu debut intitulado “Cemeteries Flowers “, em 2011 lançou seu segundo álbum chamado “Behind The Window”.

A primeira faixa, que dá nome ao álbum, “Behind the Window” começa com uma intro de teclado, que aos poucos vai introduzindo os riffs, a melodia vai se tornando a cada minuto mais lenta e densa, até que o gutural entra em ação, um vocal pesado, negro e obscuro, um dos fortes do Until My Funerals Began é manter esse arrasto longo de forma ótima, a faixa aos poucos vai perdendo suas guitarras e terminando.

Logo em seguida vem a faixa “Began Snowflakes”, nome bem legal, ela começa com riffs e ao poucos entra o som do teclado fazendo uma atmosfera bem interessante, dessa vez o vocal não começa com o gutural e, sim com um limpo bem calmo e mesclado com a melodia, em sequência a música da quase uma “parada” e o gutural volta à tona, mas dessa vez não com um vocal “death”, agora mais “agoniado e chorado”, e aos poucos os riffs vão aumentando, com o passar da melodia há a alternância entre limpo e gutural, essa faixa tem uma parte que é utilizado um “ambiente/darkwave”, com o uso de synth fica uma batida com um ambiental bem presente.

Dando continuidade ao álbum, temos a bela “Questions”, uma faixa muito bem trabalhada, que caminha com uma melodia arrastada, melancólica, com uma forte presença do ambiente “programado”, o vocal com uma presença única, faz a faixa caminhar para obscuro da mente do ouvinte.

“Funeral Waltz” chega para consagrar esse trabalho, com um início épico, essa faixa é com certeza o ápice do álbum, o vocal consta presente de forma única, agradando o ouvinte por completo, ao fundo você ouve uma bateria arrastada e pesada, essa faixa representa todo o sentimento que ouvinte necessita.

Por último temos “To The Sun”, faixa que começa com uma instrumental bem obscuro, o vocal já inicia a faixa mostrando seu melhor lado, gritado e arrastado, a melodia vai caminhando a cada segundo mais arrastada.

Um ótimo álbum, o destaque principal que colocaria para o trabalho do Until My Funerals Began, é essa mescla com o “programação”, essa parte ambiental incrível que ela proporciona, para apreciadores do gênero, esse álbum é marcante, você nunca ira esquece-lo quando ouvir.

 

Until my Funerals Began – Behind the Window (Silent Time Noise)

1. Behind the Window

2. Snowflakes

3. Questions

4. Funeral Waltz

5. To the Sun

 

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Resenha feita por Diego Augusto (Depressão Doomster)

Paradise Lost confirma turnê sulamericana

A Produtora Dark Dimensions apresenta a tour sul-americana da banda Paradise Lost.

Com datas confirmadas em abril pela América do Sul e Brasil, a banda Paradise Lost volta com seu estilo único para 5 apresentações da sua “Tragic Illusion Tour 2014”. A banda se apresenta no dia 8 de abril no México, dia 10 no Chile, dia 11 em Curitiba, dia 12 em São Paulo e dia 13 na Argentina.

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