Funeral Wedding

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Profetus – As All Seasons Die

profetus as all seasons dieGravado nas névoas brancas de verão de 2013 e em diversas partes da Finlândia, este quarto opus desse Funeral Doom que me chega as mãos.

Este álbum trás uma formação diferente do que gravou o álbum anterior, com a saída de S. Kujansuu e dando lugar a N. Nieminem nos órgãos e tivemos a saída de E. Kuismin para a entrada de D. Lowndes nas guitarras, além da adição de uma terceira guitarra (barítona), sendo tocada por M. Mäkelä. Este ficou conhecido por seu trabalho nas bandas como Tyranny e Wormphlegm.

Este EP é de certa forma temático, visto que cada faixa representa uma estação do ano. Abrindo com “The Rebirth of Sorrow”, onde temos aquele característico som das linhas de órgão de igreja dando o clima moribundo e os vocais falados de A. Mäkinen e adição de linhas acústicas de violão.

Seguindo para próxima estação temos “A Reverie (Midsummer’s Dying Throes)”, e aqui temos aquele velho Profetus, música extremamente longa, morosa, com batidas cadenciadas de bateria, aquele vocal sufocante e atmosfera cortante. Temos uma estação toda passando por nós e a sensação de envelhecer meses em apenas pouco mais de 10 minutos.

Seguindo adiante temos a vez do depressivo outono, com a faixa “Dead are our Leaves of Autumn”. Essa música já começa de forma arrastada e os vocais de Anssi ecoam na mente. Temos uma bela linha de guitarra, isso sem contar que essa faixa tem a participação de J. Hartwig do Mournful Congregation, em um solo infindável de guitarra, numa influência floydiana.

Para encerrar temos “The Dire Womb of Winter”. A maior faixa do álbum e assim como o inverno finlandês, essa música é extremamente gélida e introspectiva.

Para o amante dessa vertente sonora, fica a possibilidade de aquisição desse material em diferentes formatos.

A versão LP e digital que está sendo distribuído pelo selo finlandês Svart Records e a versão digipak luxuosa pelo selo japonês Weird Truth Productions.

Aos interessados, entre em contato com a banda no link abaixo e tenha um ano de depressão em menos de 37 minutos.

 

Profetus – As All Seasons Die (Svart Records/Weird Truth Productions)

1. The Rebirth of Sorrow

2. A Reverie (Midsummer’s Dying Throes)

3. Dead are our Leaves of Autumn

4. The Dire Womb of Winter

 

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Weird Truth Productions

The Morningside – Letters From The Empty Towns

a1431974914_10Se o Funeral Wedding fosse um blog genérico e resenhasse todo e qualquer tipo de metal, certamente este disco estaria figurando com uma das melhores notas. Mas como a nossa temática é voltada ao Doom Metal/vertentes, irei explicar melhor o porque da nota abaixo da média.

Apesar da produção ser maravilhosa, a audição de todos os instrumentos com muita clareza, o peso das guitarras é algo absurdo. As letras repletas de críticas sociais e urbanas e o trabalho gráfico é excelente.

Lembro de ter visto no grupo da banda do facebook, que estariam preparando um novo material e isso me encheu de esperanças para poder continuar a ouvir aquelas lindas melodias de guitarras e andamentos mais lentos.

Mas já no primeiro acorde desse álbum, da faixa “Immersion”, notamos que a proposta apresentada será exatamente o oposto.

Um som mais extremo, lembrando aquilo que a banda Death vinha fazendo nos últimos 3 álbuns, algumas influências de Melodic Death Metal encontramos aqui e ali também.

Nem mesmo as cadenciadas “Deadlock Drive” ou “Ghost Lights” com suas linha de guitarra que lembram os trabalhos antigos em algumas passagens, salvariam o álbum e o trariam de volta ao Doom.

“Sidewalk Shuffle” e seu riff introdutório me trouxe a mente a faixa Heartwork do álbum homônimo do Carcass, num mix com a banda finlandesa Gandalf.

“On the Quayside” e sua passagem mezzo acústica e linhas de vocais limpos que lógicamente lembrariam Opeth e afins.

“The Traffic Guardian” é outra faixa que lembra os trabalhos do Carcass, do já citado Heartwork.

Indicado para os órfãos da banda Death, Opeth e fãs de Melodic Death Metal em geral.

Agora, eu vou voltar para os álbuns antigos e esperar por um novo material naquela linha antes de declarar morta mais uma excelente banda de Doom Metal.

 

The Morningside – Letters From The Empty Towns (BadMoodMan/Solitude-Prod)

1. Immersion

2. One Flew (Over The Street)

3. Deadlock Drive

4. Sidewalk Shuffle

5. On The Quayside

6. The Traffic Guard

7. The Outside Waltz

8. Ghost Lights

9. The Letter

 

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Solitude-Prod

John Garcia – John Garcia

PromoImageVocê levanta cedo num dia de verão e resolve pegar a estrada, sem destino qualquer. É esse o sentimento que esse álbum me passa, ou seja, total liberdade.

Esse play abre com a faixa “My Mind” e nos brinda com um belo Stoner Rock. Essa faixa rendeu o primeiro video promocional do álbum.

Na sequência temos “Rolling Stoned”, que trata-se de um cover da banda estadunidense Black Mastiff e segue na mesma pegada da versão original, só que melhor acabada. Destaque para as linhas de marcantes de baixo, isso sem mencionar o riff empolgante de guitarra.

Seguindo nesse embalo Stoner/Desert Rock temos “Flower”, e acredito que essa música é a que mais lembra os tempos remotos do Kyuss.

Por se tratar de um álbum solo temos diversos convidados,  músicos do calibre de Danko Jones, Tom Brayton, Mark Diamond e seu ex-companheiro de banda Nick Olivieri.

Indo para uma direção mais bluesy temos “The Blvd”. Com um riff mais intimista, ela vai cativando aos poucos até ir para o refrão, onde os vocais de Garcia subirem de tom e a faixa ganhar um pouco mais de peso.

“Confusion” é uma faixa estranha, e poderia ter sido chamada de azia. Dependendo do seu estado emocional ou o que esteja fazendo, ela passa batido, mas não é uma faixa em que você irá tê-la como referência para o álbum.

Para elevar o nível do álbum temos “His Bullets Energy”, que segue com riff intrincado de seu início até a metade da música, para na sequência cair numa bela melodia e voltar para àquele riff. “Argleben” tem um riff estranho de guitarra e não menos empolgante. Ele soa audível, mas mantém um certo grau de sujeira em suas linhas.

Seguindo em direção ao fim do álbum, temos a curta e não menos empolgante “Saddleback” e “All These Walls”, essa última merece um destaque para as linhas de baixo, que são bem “nervosas”.

E para encerrar em paz, temos “Her Bullets Energy”. Essa faixa mezzo acústica temos o convidado mais que especial, se trata de sr. Robby Krieger, legendário guitarrista do The Doors, o que não precisamos dizer mais nada.

Mesmo que essa linha sonora, Desert/Stoner Rock, não seja a sua praia, vale uma ouvida nesse play pois a diversão é garantida.

 

John Garcia – John Garcia (Napalm Records)

1. My Mind

2. Rolling Stoned

3. Flower

4. The Blvd

5. 5000 Miles

6. Confusion

7. His Bullets’ Energy

8. Argleben

9. Saddleback

10. All these Walls

11. Her Bullets’ Energy

 

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Napalm Records

Aathma – Deadly Lake

a1200753445_10Novíssimo EP desse quarteto espanhol, lançado em LP 12″ pela Discos Macarras e pelos seus parceiros Nooirax Producciones, Sacramento Records, Odio Sonoro e Marchalenta Records.

Este EP contém apenas 4 faixas, sendo a inédita que dá nome a esse material e o restante é o material contido em sua demo de estreia “Woods Sessions”, que nunca foi lançada oficialmente, apenas passada no boca a boca pela galera underground em formato CD-R.

“Deadly Lake” começa com uma parte meio atmosférica, para logo entrar o riff introdutório de guitarra. Esse riff é tão miserável, que o pouco que é tocado já nos transmite um certo ar de melancolia. Ao decorrer da música e seu estilo Sludge/Doom Metal, temos uma passagem altamente depressiva e que em muitas vezes me lembra os portugueses do Before the Rain. A linha melancólica abordado pelo guitarrista e também vocalista Juan, casou tão bem com essa proposta que se arrasta até o final da faixa e ela não fica cansativa devido ao belo trabalho de bateria de Álex.

Na sequência temos as faixas que foram gravadas em 2008 para o ja mencionado Woods Sessions. A proposta é a mesma, ou seja, Sludge/Doom Metal, com passagens com andamentos quebrados e algumas vezes arrastados.

“Valpur” da andamento ao play, e seu início melancólico e com algumas vocalizações na linha do Dreadful Shadows, em tons graves, mostra que a depressão bateu e ficou no cidadão.

“In the Deep Dark Woods”, é apenas um presságio que serve de abertura para “G.O.D.”.  Esta faixa tem um andamento bem específico, tem um riff cavernoso e a bateria é cheio de pausas. Os vocais me lembraram os de Johan Edlund do falecido Tiamat, não sei se pela forma de cantar ou como foi encaixado o vocal.

Para quem não conhecia a banda, assim como eu, este EP serve muito bem para te situar no som que ela faz e lhe instiga a correr atrás de outros trampos deles.

 

Aathma – Deadly Lake (Discos Macarras)

LadoA

1. Deadly Lake

 

Lado B

2. Valpur (Woods Sessions)

3. In the Deep Dark Woods (Woods Sessions)

4. G.O.D. (Woods Sessions)

 

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Discos Macarras

Projeto Doomemory

Caros doomsters,

Há em curso um projeto bastante ambicioso: reunir um grande acervo material sobre a história do doom metal no Brasil. Trata-se de um trabalho colaborativo que visa concentrar raridades, gravações, filmagens, fotografias, cartazes, depoimentos, etc. de bandas, divulgadores, escritores de zines e fãs. Depois de organizado, esse acervo poderá ser disponibilizado online para futuras consultas e servir de base para a produção de novos materiais, como um livro ou até mesmo um pequeno documentário.

10717641_777590888949523_1668635601_nO enfoque não será meramente informativo, mas com uma perspectiva que envolva aspectos históricos, sociais e culturais. Não pretende-se construir uma memória do doom metal no Brasil que valorize apenas bandas clássicas, embora elas mereçam seus devidos lugares. É relevante resgatar também aqueles que de certa forma passaram pelo underground e por suas razões não continuaram: bandas extintas, ex-escritores de zines, antigos fãs, etc.

O primeiro passo agora é convocar todos aqueles que queiram contribuir com a coleta desse material. Inicialmente nosso período está à década de 1990. São bem vindos todos os envolvidos com o gênero, principalmente aqueles que estão envolvidos há muitos anos nessa empreitada. Entre em contato, procure saber mais e contribua como puder.

O projeto é de pesquisadores independentes e NÃO POSSUI vínculos com qualquer organização formal ou informal. Na primeira nota pública emitida, o projeto esteve associado ao grupo “Doom Metal-BR”, divulgadores do Doom Metal bastante reconhecidos há anos. Presta-se total apoio aos seus fundadores, porém o trabalho historiográfico será realizado de forma autônoma.

 

Organizadores: Cielinszka W. – Frederico Tavares

 

Email: doomemory@gmail.com

 

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Entre no grupo e participe! Compartilhe suas ideias e informações. Todos são bem-vindos.

HELEVORN “Burden Me”

Antecedendo o lançamento de seu novo álbum “Compassion forlorn”, os espanhóis do Helevorn liberaram seu primeiro single intitulado “Burden me”.
O video é bem produzido e dirigido, além de ter uma história bem angustiante.

Nux Vomica – Nux Vomica

nux_1500Definitivamente o noroeste estadunidense está se tornando o celeiro de bandas Sludge/Doom Metal. Após aquela onda “grunge” que assolou Seattle e aquela região lá nos anos 90, desta vez é Portland que está com os punhos cortados.

Vasculhando no metal-archives, essa banda está como “Melodic Death Metal/Crust”, talvez esse fosse o estilo adotado anos atrás, na época em que residiam em Maryland.

Cinco anos após terem lançado seu último álbum, eis que retornam com essa pedrada na orelha, contendo apenas 3 faixas em pouco mais de 40 minutos.

O disco abre com “Sanity is for the Passive” e tem seu início bem agressivo, não chegando a soar Melodic Death, mas é bem brutal. Já nos primeiros minutos temos uma bela quebrada em seu andamento e o som vai se arrastando até o seu final. Destaque para o vocal Just Dave que consegue passar agressividade e melancolia em seus grunhidos.

Seguindo em frente temos a depressiva “Reeling”, que se estende em seu início melancólico até seus 2 minutos, quando entra os vocais de Dave e a música ganha um approach mais voltado ao Sludge. Destaque nessa música para as linhas melódicas de guitarra de Tim Messing e Chris Control, que tocam também nas bandas Rotting Sky e Ephemeros respecticamente.

“Choked at the Roots” inicia com uma vibe meio hipnótica, numa levada de baixo e bateria e ao fundo as guitarras trabalhando de forma harmônica. Esta é a maior música do álbum, beirando os 20 minutos e nela encontramos diversas partes instrumentais que causam diversas sensações em quem as escuta, isso sem citar as inúmeras variações de andamento. Encontramos desde aquela melancolia extrema com uma levada mais arrastada até partes mais agressivas com direito a inúmeros ligados de guitarra, pedais dobrados e quase um blastbeat.

Quem procura um álbum agressivo, bem tocado mas sem perder sua áurea melancólica, eis o disco que procura.

 

Nux Vomica – Nux Vomica (Relapse Records)

1. Sanity is for the Passive

2. Reeling

3. Choked at the Roots

 

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Relapse Records

Doom of the Week: Pantáculo Místico

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No meio underground do metal, em qualquer lugar do Brasil, e até de outros países, sempre existem algumas bandas que acabam recebendo uma denominação ou um status bem peculiar para o estilo que eles representam: as bandas lendas-vivas.

Essas são as bandas que você ouve fala quando começa a conhecer mais da cena e sempre tem aquele amigo headbanger que conhece as bandas mais underground (sempre tem essa galera…) que, sabe-se lá como o indivíduo conheceu, ou que fez história por ser uma das primeiras de um determinado estilo ou por ter sobrevivido por tanto tempo apenas através da relevância de um álbum.

O Pantáculo Místico é uma dessas bandas que podem pegar com todo orgulho o medalhão dos lendas-vivas do metal cearense.

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Quando entrei no Lacryma Sanguine, sempre ouvi falar do Pantáculo Místico pelos outros membros da banda. Era, segundo eles uma das primeiras bandas de Doom Metal da terrinha, feito bem incrível diga-se de passagem. O Pantáculo surgiu em 1999 com a demo Magnitude Oculta, demo pedra que hoje talvez seja um item raríssimo para os fãs de Doom Metal.

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Com um Doom Metal clássico no estilo do My Dying Bride nos primeiros álbuns, o Pantáculo Místico possui uma tématica lírica sobre paganismo e ocultismo (como o próprio nome já entrega de bandeja, né?) e em português. A demo de Magnitude Oculta é um som tão pedra e tão 90’s Doom que é quase como sentir Baphomet dando aquela fungada marota no seu cangote aos poucos que os riffs lentos da banda vão se arrastando com o desenrolar das 6 faixas do album, em meios aos arranjos característicos dos teclados que davam aquela vibe “suave” ao estilo da época (e que até hoje muitas bandas do estilo ainda utilizam dessa sonoridade).

E daí que depois dessa demo, não rolou muita coisa nesse intervalo de quase 15 anos! A banda sumiu para algum outro macrocosmo e ficou por lá descansando na boa até que no comecinho desse ano os caras lançam o EP “Velados Por Entidades”, que contam com regravações de algumas músicas da demo de 1999, além da instrumental “Canalizando Energias Nas Dimensões do Além”.

Vale a pena sacar o som dos caras com o EP novo, mas eu confesso que ainda prefiro o som pedrada da primeira demo, porque nada é melhor que aquele som de metal brasileiro anos 90 feito na raça e sem a produção maravilhosa que hoje quase todas as bandas de metal têm e deixam o som mais pasteurizado que leite Tipo C.

Detalhe legal: Meu colega de banda, o guitarrista do Lacryma Sanguine, Yuri Nobre já chegou a fazer parte do line-up da banda, assim como o tecladista/vocal da Tenebra, o Edilberto Monte.

 



 

Matéria escrita por Allan Daniel, baixista da banda Lacryma Sanguine.

Rippikoulu – Ulvaja

rippikoulu ulvaja coverApós um hiato de quase 20 anos, eis que surge 3 músicas dessa que foi uma das primeiras bandas finlandesas a cantar em sua língua natal.

Segundo o press-release, chegou essa fita master com essa depressão sonora no bunker do selo Svart Records.

Deixando a parte burocrática de lado, encontramos aqui aquele velho Death/Doom Metal de outrora.

Esse play abre lindamente com “Jää Hyvästi Kaunis Kesä” e não haveria faixa melhor para abrir o cd. Logo aos primeiros acordes, temos uma linha de teclado que vai guiando a música e após os primeiros urros de Anssi Kartela temos uma pequena pausa no instrumental deixando apenas os teclados e uma linha adicional de piano e uma inclusão de uma voz feminina. Esse clima sorumbático me trouxe a mente um momento do filme Twin Peaks, onde o tom da voz é bem próximo do que acontece no filme.

Na sequência temos a pesada “Loputon”. Essa faixa segue na linha sonora que a banda fazía lá no início da década de 90, e aqui com uma pequena inserção de teclados para manter a atmosfera obscura. E para encerrar temos a música que dá nome ao play: “Ulvaja”. Ela abre com uma pequena vociferação da garota da faixa de abertura. Uma forte depressão se abaterá no ouvinte após a audição dessa música, pois ela tem uma atmosfera muito sombria, e carregada.

Para os amantes do bom e velho Old School Doom/Death Metal, fica a dica desse excelente material e sua aquisição pode ser feita via CD, LP ou de forma digital.

 

Rippikoulu – Ulvaja (Svart Records)

1. Jää Hyvästi Kaunis Kesä

2. Loputon

3. Ulvaja

 

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Svart Records

October Doom Festival

10564903_572613019516311_637124358_nO October Doom Festival terá sua 1ª edição no estado do Rio De Janeiro, no dia 10/10/14, o festival apresentara 7 bandas nacionais de doom metal, death metal, black metal entre outros. Durante os intervalos haverá uma DJ tocando DSBM (Depressive suicidal black metal), sorteios de CD’s, camisas, tatuagens e 2 garrafas de Jack Daniel’s.

Asaradel……………………..……………………..…..Necro Doom Metal – MG
The Black Cold……………………..……………………..…….Black Metal – RJ
Shadow of Suicide ……………………..…………..Doom/Death Metal – MG
Mortiferik……………………..……………………..……………..Doom Metal – RJ
Poeticus Severus……………………..…….Opereto Barbaricus Metal – RJ
Boreal Doom……………………..…………………..Funeral Doom Metal – RJ
Silentio Mortis + Doom Metal……………………..………..Doom Metal – RJ

Local: Planet Music, Av. Ernane Cardoso, 66, Cascadura/RJ
Dia: 10/10/14
Horario: Às 21:00 H
Ingressos: Antecipados: R$ 20,00   Na Hora: R$ 25,00

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